INFORMAÇÃO VOCÊ JÁ TEM. MAS E QUANDO A DECISÃO É SUA?
Você estudou.
Conhece protocolos.
Tem Whitebook, diretrizes e outras ferramentas à disposição.
Mas quando chega um paciente com dor torácica, um ECG diferente ou uma arritmia e é você quem precisa definir a conduta, pode surgir aquela dúvida:
Isso não significa que você estudou pouco.
Existe uma diferença entre ter acesso à informação e conseguir transformar essa informação em uma decisão diante de um paciente real.
E é justamente aí que entra o julgamento clínico.